A Chácara Encantada criou uma programação especial para o Passeio Escolar de Educação Infantil e Ensino Fundamental.

Projetada para receber as crianças, apresenta um espaço seguro com topografia privilegiada em São Paulo atendendo as necessidades das Escolas; oferece diversas atividades de meio período ou período integral conforme a faixa etária e pode também adaptá-las de acordo com a solicitação da escola, é ideal para a realização de passeios lúdicos e didáticos
Monitores treinados ensinam de forma divertida.

A Chácara Encantada tem  diversas programações.

Nossas atividades estimulam a consciência de cuidado com o meio ambiente, ensinamos sobre reciclagem, preservação das águas, das florestas e como eles podem ajudar a melhorar a qualidade de vida do planeta.

OBSERVAÇÕES

  1. Durante o passeio os monitores fazem brincadeiras e cantam músicas que ajudam a fixar o que as crianças estão aprendendo.

  2. Caso os professores estejam trabalhando um tema específico em sala, poderemos adaptar nosso programa para dar um enfoque especial a esse tema durante nossa programação.

  3. Podemos também montar programações específicas para os grupos.

  4. Qualidade, bom atendimento e tudo o que tem dado bons resultados deverá continuar.

Almejamos cada vez mais qualidade e bom atendimento a todos.

 

 

 


Bumba meu Boi

O bumba-meu-boi é um dos exemplos de um espetáculo de folclore nordestino. Este espetáculo é talvez o mais conhecido do Brasil e teve as suas origens em tradições portuguesas e espanholas. Começou por surgir no nordeste do Brasil, mas depresse emergiu por quase todos os estados do País. Cada região exibe o bumba-meu-boi de uma forma especial, embora mantém sempre presentes as tradições nordestinas.
Outro exemplo de folclore e bastante conhecido a nível internacional é a capoeira.

Curupira

Origem da lenda do Curupira, características principais, defensor das florestas e animais, o que diz os mitos e lendas da floresta, folclore nacional, cultura popular do interior do Brasil.
De acordo com a lenda, contada principalmente no interior do Brasil, o curupira habita as matas brasileiras.
De estatura baixa, possui cabelos avermelhados (cor de fogo) e seus pés são voltados para trás.
Seus alvos principais são os caçadores, lenhadores e pessoas que destroem as matas de forma predatória.
Outra tática usada é a criação de imagens ilusórias e assustadoras para espantar os “inimigos da florestas”.
Dificilmente é localizado pelos caçadores, pois seus pés virados para trás servem para despistar os perseguidores, deixando rastros falsos pelas matas.
Após encantar as crianças e ensinar os segredos da floresta, devolve os jovens para a família, após sete anos.
Por meio de encantamentos e ilusões, ele deixa o visitante atordoado e perdido, sem saber o caminho de volta.
Não podemos esquecer que as lendas e mitos são estórias criadas pela imaginação das pessoas, principalmente dos que moram em zonas rurais.

SEREIA IARA

Contam que há muito tempo atrás, em uma tribo, vivia um jovem índio muito forte e bonito chamado Jaguarari.
Geralmente as pessoas acham que a Iara é uma mulher loura, de olhos azuis e a parte inferior do corpo em forma de peixe.
De beleza ímpar, os que a vêem nua a banhar-se nos rios não conseguem dominar seus desejos e atiram-se nas águas e nem sempre voltam ao mundo dos vivos.
Os que o fazem, voltam assombrados, falando em castelos, séquitos e cortes de encantados, e é preciso muita reza e pajelança – e de um pajé com muita força – para tirá-lo do estado de torpor.
Alguns a descrevem como tendo uma cintilante estrela na testa, que funciona como chamariz para atrair o olhar e assim ser facilmente hipnotizado.
Dizem os índios , que é tão linda que ninguém resiste ao seu encanto e costuma arrastar as pessoas com seu canto mágico para o fundo das águas.
Os índios tem tanto medo da Iara, que ao entardecer evitam ficar perto dos lagos e rios.

 


LENDA VITÓRIA-RÉGIA

Diz a lenda que a Lua era um deus que namorava as mais lindas jovens índias e sempre que se escondia, escolhia e levava algumas moças consigo.
Em uma aldeia indígena, havia uma linda jovem, a guerreira Naiá, que sonhava com a Lua e mal podia esperar o dia em que o deus iria chamá-la.
Os índios mais experientes alertavam Naiá dizendo que quando a Lua levava uma moça, essa jovem deixava a forma humana e virava uma estrela no céu.
E isso virou obsessão em um momento onde Naiá não mais queria comer nem beber nada, só admirar a Lua.
Numa noite em que o luar estava muito bonito, a moça chegou à beira de um lago, viu a lua refletida no meio das águas e acreditou que o deus havia descido do céu para se banhar ali.
Comovido pela situação, o deus Lua resolveu transformar a jovem em uma estrela diferente de todas as outras: uma estrela das águas – Vitória-régia.
Por esse motivo, as flores perfumadas e brancas dessa planta só abrem no período da noite.

Lenda MuiraQuitã

A lenda Muiraquitã que antigamente havia uma tribo de mulheres guerreiras, as ICAMIABAS, que não tinham marido e não deixavam ninguém se aproximar de sua taba.
Diz a a lenda muiraquitã que naquele dia especial, pouco antes da meia-noite, quando a lua estava quase a pino, dirigiam-se em procissão para o lago, levando nos ombros potes cheios de perfumes que derramavam na água para o banho purificador.
meia-noite durante a cerimônia à Jaci, a lua (quem as protege), as mulheres guerreiras mergulhavam no lago e modelavam amuletos a partir de um barro verde, dando formas variadas: de sapo, peixe, tartaruga e outros animais.
Esta lenda Muiraquitã representa a coragem, a inteligência das mulheres indígenas que permaneciam numa clã feminista onde homens não entravam, somente em dias especiais eles eram recepcionados.
Sempre nas narrativas dos mitos e das lendas temos a presença de humanos e não-humanos num diálogo e interação recíproca, são pessoas que falam ou vêem coisas sobrenaturais e a partir das narrativas é que ocorre a propagação do mito.


Você está pensando em fazer uma festa junina para a criançada, mas não dispõe de tempo para organizá-la? Calma! Temos duas sugestões para você. Para que ninguém fique sobrecarregado, que tal combinar com os pais das outras crianças para que cada um fique responsável por um prato?

1 – Pescaria                                                                                                         

Uma das brincadeiras mais tradicionais das festas caipiras é a pescaria. Para montar o jogo, basta:

  • Cortar peixinhos de papéis;
  • Fazer um furinho na parte superior dos peixes;
  • Fincar os peixinhos em uma caixa de areia, deixando os furos para cima;
  • Separar ripas de madeira – como cabos de vassoura, varas de bambu, etc;
  • Cortar pedaços de barbante e amarrar uma extremidade na vara de madeira, Na outra extremidade coloque um pequeno clipe aberto.

Pronto! Não é fácil?! Atualmente, em algumas festas, os organizadores têm optado por usar peixinhos de verdade, que são colocados em uma piscina de plástico e pescados com redes, pelas crianças. O próprio peixe é o brinde nesse caso. Ele é transferido para um saquinho menor com água e entregue à criança.

2 – Boca de palhaço                                                                                              

Esse jogo pode ser feito com uma placa de madeira (de aproximadamente 1x1m) ou uma caixa de papelão grande. Independentemente da escolha, basta desenhar um rosto de palhaço na base. A boca do palhaço deve ser vazada, pois esse será o local no qual as crianças vão mirar para acertar bolinhas.

3 – Casamento caipira                                                                                  

Essa é uma brincadeira quase tão necessária quanto a própria quadrilha. O mais legal é que a diversão do casamento caipira começa antes mesmo da festa, já na a escolha dos noivinhos.

Nossa sugestão é que os pais e responsáveis organizem alguma gincana que tenha como premiação se tornar o noivinho e noivinha do casamento e o teatrinho pode ser realizado durante a festinha. Inclusive, se os pais preferirem, os noivinhos podem atuar apenas durante a dança da quadrilha.

4 – Jogo das argolas                                                                                         

Essa brincadeira também exige pouco material, sendo preciso apenas algumas argolas e garrafas pets. Encha as garrafas com águas coloridas e posicione-as em fileiras, semelhantes às posições dos pinos de boliche. O objetivo é que as crianças acertem as argolas nas garrafas e quanto mais longe a garrafa estiver, maior será a pontuação.

5 – Derrubar latas                                                                                   

Empilhe nove latas da seguinte forma: 4 latas na base, 3 latas na segunda fileira, depois 2 latas e, apenas 1 lata, na última camada. Feito isso, é hora de brincar.

O jogo é muito divertido e simples. O participante deve arremessar uma bola (de borracha ou tecido) e derrubar as latas. Você pode estabelecer um número de latas derrubadas para que a criança ganhe um brinde.

6 – Rabo do burro                                                                                                              

Existem algumas opções nesse caso, você mesmo pode fazer o burro com cartolina, EVA ou comprar em lojas que vendem artigos de festa. Caso você mesmo queira fazê-lo, não se esqueça de que o rabo deve ser feito separadamente.

Para brincar, uma das crianças será vendada e rodopiada. Essa criança tentará colar o rabo no corpo do burro. O participante que conseguir colar o rabo mais próximo do lugar correto ganhará a brincadeira.